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União e Prefeitura de Limeira divergem após tragédia na Ponte do Esqueleto

Jovem-korre-apos-ser-jogada-sem-as-cordas União e Prefeitura de Limeira divergem após tragédia na Ponte do Esqueleto
© Frame Entre Cordas e Ih Voei

Morte de jovem em salto de rope jump reacende disputa entre governo federal e administração municipal sobre responsabilidade pela segurança da estrutura.

No sábado (13), a jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu após cair de cerca de 40 metros durante um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP). A atividade era organizada por uma empresa privada que não teria seguido protocolos básicos de segurança. Três homens foram presos em flagrante por homicídio com dolo eventual.

União alega ter pedido bloqueio

A Secretaria de Patrimônio da União (SPU) informou que já havia solicitado em 2024 que as prefeituras de Limeira e Cordeirópolis bloqueassem o acesso à ponte, após outro acidente fatal envolvendo uma ciclista. O bloqueio chegou a ser implementado por alguns meses, mas foi revertido após pressão de empresários locais que defendiam a reabertura do espaço para atividades esportivas e de aventura.

Prefeitura promete processar União

Em nota oficial, a Prefeitura de Limeira afirmou que irá processar a União por omissão, alegando que desde 2025 vinha cobrando providências sem resposta efetiva. Segundo a administração municipal, a responsabilidade pela fiscalização e manutenção da ponte é do governo federal.

Especialistas apontam responsabilidade compartilhada

Juristas como o advogado Arthur Rollo avaliam que a responsabilidade é solidária: cabe à União zelar pela área federal, mas também à prefeitura fiscalizar empresas que atuam sem alvará ou qualificação técnica.

Histórico de acidentes na Ponte do Esqueleto

A Ponte do Esqueleto já havia sido palco de outros episódios trágicos. Em 2024, uma ciclista morreu após cair da estrutura, o que levou a SPU a solicitar o bloqueio do acesso. Apesar da medida, a ponte voltou a ser liberada, sem fiscalização adequada, e continuou sendo usada para práticas não autorizadas, aumentando o risco de acidentes.

Resumo da disputa:

  • União: diz que pediu bloqueio da ponte em 2024.

  • Prefeitura: afirma que cobrava medidas desde 2025 e vai processar a União.

  • Especialistas: apontam responsabilidade compartilhada entre os entes federativos.

Solidariedade às vítimas

O portal Vai Vendo Brasil manifesta sua profunda solidariedade às famílias das vítimas, em especial à de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, que perdeu a vida de forma tão trágica. É inadmissível que atividades de risco sejam realizadas sem os devidos cuidados e fiscalização. A responsabilidade recai não apenas sobre os entes públicos que falharam em garantir a segurança da ponte, mas também sobre os organizadores dos saltos, que colocaram vidas em perigo ao atuar sem protocolos adequados. Que esta tragédia sirva de alerta para que medidas urgentes sejam tomadas e novas perdas sejam evitadas.

 

Por Jorge Ramos – Redação Vai Vendo Brasil / Fonte: Agência Brasil

 

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Morte de jovem em salto de rope jump reacende disputa entre governo federal e administração municipal sobre responsabilidade pela segurança da estrutura.

No sábado (13), a jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu após cair de cerca de 40 metros durante um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP). A atividade era organizada por uma empresa privada que não teria seguido protocolos básicos de segurança. Três homens foram presos em flagrante por homicídio com dolo eventual.

União alega ter pedido bloqueio

A Secretaria de Patrimônio da União (SPU) informou que já havia solicitado em 2024 que as prefeituras de Limeira e Cordeirópolis bloqueassem o acesso à ponte, após outro acidente fatal envolvendo uma ciclista. O bloqueio chegou a ser implementado por alguns meses, mas foi revertido após pressão de empresários locais que defendiam a reabertura do espaço para atividades esportivas e de aventura.

Prefeitura promete processar União

Em nota oficial, a Prefeitura de Limeira afirmou que irá processar a União por omissão, alegando que desde 2025 vinha cobrando providências sem resposta efetiva. Segundo a administração municipal, a responsabilidade pela fiscalização e manutenção da ponte é do governo federal.

Especialistas apontam responsabilidade compartilhada

Juristas como o advogado Arthur Rollo avaliam que a responsabilidade é solidária: cabe à União zelar pela área federal, mas também à prefeitura fiscalizar empresas que atuam sem alvará ou qualificação técnica.

Histórico de acidentes na Ponte do Esqueleto

A Ponte do Esqueleto já havia sido palco de outros episódios trágicos. Em 2024, uma ciclista morreu após cair da estrutura, o que levou a SPU a solicitar o bloqueio do acesso. Apesar da medida, a ponte voltou a ser liberada, sem fiscalização adequada, e continuou sendo usada para práticas não autorizadas, aumentando o risco de acidentes.

Resumo da disputa:

  • União: diz que pediu bloqueio da ponte em 2024.

  • Prefeitura: afirma que cobrava medidas desde 2025 e vai processar a União.

  • Especialistas: apontam responsabilidade compartilhada entre os entes federativos.

Solidariedade às vítimas

O portal Vai Vendo Brasil manifesta sua profunda solidariedade às famílias das vítimas, em especial à de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, que perdeu a vida de forma tão trágica. É inadmissível que atividades de risco sejam realizadas sem os devidos cuidados e fiscalização. A responsabilidade recai não apenas sobre os entes públicos que falharam em garantir a segurança da ponte, mas também sobre os organizadores dos saltos, que colocaram vidas em perigo ao atuar sem protocolos adequados. Que esta tragédia sirva de alerta para que medidas urgentes sejam tomadas e novas perdas sejam evitadas.

 

Por Jorge Ramos – Redação Vai Vendo Brasil / Fonte: Agência Brasil

 

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