Entre acusações de quebra de decoro e apoio de aliados, Glauber transforma o plenário em palco de resistência ,para críticos, foi apenas mais um episódio da “esquerda sendo esquerda
O deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) resolveu transformar o plenário da Câmara em palco de protesto nesta terça-feira. Em gesto de desafio, ocupou a cadeira do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), por cerca de uma hora, até ser retirado pela Polícia Legislativa. A Mesa Diretora, incomodada com o espetáculo, restringiu o acesso ao plenário e suspendeu as transmissões da sessão.
Braga é acusado de quebra de decoro parlamentar por ter empurrado e chutado um integrante do Movimento Brasil Livre (MBL) durante um protesto em 2024. Sobre o processo, declarou que pretende “se manter firme até o final dessa história”. Para críticos, o episódio é mais um exemplo daquilo que muitos chamam de “a esquerda sendo esquerda e sem decoro”.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, anunciou que pretende pautar não apenas a cassação de Glauber, mas também as de Carla Zambelli (PL-SP), Alexandre Ramagem (PL-RJ) e Eduardo Bolsonaro (PL-SP), cada uma com trâmites distintos nas próximas semanas.
Nas redes sociais, a deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP) — que além de colega de partido é esposa de Glauber Braga — saiu em defesa do marido e criticou Motta, afirmando que a ação de Glauber foi uma resposta à “hipocrisia de Motta em manter os direitos políticos de golpistas”.
Redação Vai Vendo Brasil SP News







