VVB 01-01 sem fundo
Página Inicial, Click aqui

Lula revoga a “taxa das blusinhas” após críticas e “pressão popular”em ano Eleitoral

Imagen-Blusinhas-1024x613 Lula revoga a “taxa das blusinhas” após críticas e "pressão popular"em ano Eleitoral
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Medida, defendida inicialmente por Haddad e Janja, é considerada ineficaz e corrigida pelo presidente para ampliar acesso ao consumo

Criada em 2024, a “taxa das blusinhas” estabelecia imposto de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50. A medida foi defendida pelo então ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e pela primeira-dama Janja, como forma de proteger o varejo nacional e estimular a indústria.

Impactos negativos

Segundo a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), durante a vigência da taxa houve:

  • Aumento de preços ao consumidor sem contrapartida em geração de empregos.

  • Benefícios concentrados no varejo nacional, que reajustou preços acima da inflação.

  • Redução do poder de compra da população de menor renda, que depende do e-commerce internacional.

A decisão de Lula

Em maio de 2026, Lula anunciou a revogação da taxa, afirmando que a medida não cumpriu seus objetivos e gerou distorções. A decisão foi celebrada por plataformas digitais e consumidores, mas criticada por entidades industriais como a CNI e a Abit, que alegam perda de competitividade frente às empresas estrangeiras.

Repercussão política

  • Base governista: deputados e senadores aliados destacaram que Lula corrigiu uma distorção e reforçou o compromisso com o consumo popular.

  • Oposição: partidos como PL e Republicanos criticaram a mudança, afirmando que o governo cedeu à pressão das plataformas internacionais e enfraqueceu a indústria nacional.

  • Centrão: parlamentares do bloco se dividiram; alguns apoiaram a revogação por atender ao eleitorado de baixa renda, enquanto outros defenderam compensações para o setor produtivo.

Em resumo: a medida, inicialmente defendida por Haddad e Janja, acabou sendo revista por Lula diante da pressão social e da constatação de que não trouxe os resultados prometidos. A revogação abre novo embate político entre governo, oposição e indústria nacional.

Comments

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Publicidade

Posts recentes