Convocação de Jorge Messias é retirada da pauta da CPMI do INSS; governistas blindam o “afilhado do painho Lula” e evitam desgaste diante das denúncias de prevaricação com favorecimento a sindicatos aliados
A sessão da CPMI do INSS nesta quarta-feira (27) escancarou o protecionismo da base governista. A convocação de Jorge Messias, indicado por Lula ao STF, foi retirada da pauta em meio a protestos e acusações de blindagem.
Oposicionistas afirmam que Messias já teria conhecimento das denúncias de fraudes e descontos indevidos no INSS, mas nada fez. Para críticos, essa omissão soa como prevaricação em favor de sindicatos aliados ao governo — inclusive aqueles ligados à família do “painho Lula”.
O roteiro da blindagem
Convocação retirada: Messias segue fora da linha de fogo da CPMI.
Protecionismo descarado: governistas atuaram como escudo para evitar desgaste político.
Acusações da oposição: parlamentares dizem que Messias teria ignorado fraudes para proteger sindicatos próximos ao Planalto.
O clima
O plenário virou palco de ironias e acusações. Enquanto oposicionistas falavam em blindagem e omissão, governistas tentavam vender a retirada como “questão técnica”. No fim, prevaleceu o protecionismo político: Messias segue blindado, e os sindicatos continuam fora do alcance da CPMI.
A CPMI mostrou que, quando o assunto é proteger o “afilhado do painho Lula”, a base governista não mede esforços. Oposicionistas acusam Messias de ter fechado os olhos para fraudes no INSS em benefício de sindicatos aliados. Blindagem ou não, o fato é que a convocação foi retirada — e o desgaste ficou para quem tentou fingir que tudo não passou de detalhe técnico.
Da redação Vai Vendo Brasil







