Decisão de Flávio Dino no STF suspende atos da CPMI e amplia a tensão entre os Poderes, em meio a acusações de blindagem e militância ideológica.
Brasília – 05 de março de 2026 – A tensão entre os Poderes ganhou novo capítulo nesta semana. O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu suspender os atos da CPMI que investigava supostos favorecimentos envolvendo o filho do presidente Lula, conhecido como Lulinha.
O Último Fato
Decisão de Dino: A medida foi justificada por alegadas irregularidades processuais e falta de fundamentação jurídica.
Efeito imediato: A suspensão foi interpretada por opositores como uma blindagem política ao filho do presidente, já que a comissão vinha sendo pressionada para avançar nas investigações.
Reação do Congresso: Parlamentares acusaram o STF de interferir diretamente em prerrogativas legislativas, reforçando a narrativa de que a Corte atua como ator político.
A Crise Entre os Poderes
Congresso Nacional: Reage contra o que considera invasão de suas competências.
STF: Defende suas decisões como proteção da Constituição, mas enfrenta críticas de militância ideológica por parte de alguns ministros, especialmente Dino, cuja atuação é vista como alinhada ao Executivo.
Executivo: Indiretamente beneficiado, já que a suspensão da CPMI reduz o desgaste político para Lula e sua família.

O Que Está em Jogo
Esse episódio soma-se a uma série de decisões recentes em que ministros do STF atuaram de forma incisiva em disputas políticas. Para críticos, isso configura uma militância judicial e ideológica; para defensores, é apenas o cumprimento do papel constitucional da Corte.
O resultado prático é um ambiente de instabilidade institucional, em que cada poder tenta afirmar sua autoridade, mas acaba alimentando a percepção de crise permanente.
Por Jorge Ramos – Redação Vai Vendo Brasil







