Operação da Polícia Federal prende integrante de organização criminosa; horas depois, ele morre em hospital da capital mineira.
Na noite de 4 de março, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, morreu em Belo Horizonte enquanto estava sob custódia da Polícia Federal. Ele havia sido internado em um hospital após tentar contra a própria vida poucas horas depois de ser preso.
Prisão pela PF
Durante a manhã, Mourão foi alvo da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal. Ele era investigado por organização criminosa e lavagem de dinheiro.
O grupo “A Turma”
Segundo as autoridades, Mourão integrava um núcleo chamado “A Turma”, junto com Vorcaro. Sua função seria coordenar atividades de coleta de informações, monitoramento de pessoas e levantamento de dados estratégicos.
Acesso indevido a sistemas
As investigações apontam que Mourão obteve acesso ilegal a sistemas restritos de órgãos públicos e internacionais, incluindo bases da própria Polícia Federal, do Ministério Público Federal, além de dados do FBI e da Interpol.
Repercussão
A morte de “Sicário” levanta questionamentos sobre a segurança de presos sob custódia e reforça a gravidade das acusações contra o grupo investigado. O caso segue em apuração pela Polícia Federal.
Por: Jorge Ramos – Redação Vai Vendo Brasil /Fonte: CNN Brasil







