Cada justificativa vira um novo episódio de vergonha pública: de condenações a confusões com cachorros, a novela política não tem fim.
Primeiro episódio: a condenação
Segundo o Portal de Americana, a vereadora Roberta Lima foi condenada a pagar R$ 15 mil por ter resgatado um cão que, segundo a Justiça, não sofria maus-tratos. A tentativa de se colocar como defensora dos animais acabou se transformando em um revés jurídico.
Segundo episódio: denúncia na Comissão de Ética
Ainda de acordo com o Portal de Americana, a vereadora foi denunciada à Comissão de Ética da Câmara por quebra de decoro parlamentar. A defesa apresentada não conseguiu evitar que sua postura fosse questionada institucionalmente, ampliando o desgaste político.
Terceiro episódio: o cachorro errado
E como se não bastasse, segundo o Portal de Americana, o cachorro mostrado em vídeo da vereadora não era sequer o mesmo que havia sido resgatado. A tentativa de reforçar sua narrativa acabou se tornando uma confusão pública, que rendeu novas críticas e mais constrangimento.
Conclusão editorial
Segundo o Portal de Americana, a cada defesa da vereadora Roberta Lima surge uma nova polêmica. Ora riscos em carros, ora acusações de agressão, e agora, em uma tentativa de defesa, publica o cachorro errado — o que, teoricamente, rendeu condenação e multas.
Esse conjunto de episódios, conforme noticiado pelo Portal, levanta uma questão maior: o custo de R$ 1 milhão e 800 mil por ano para manter um vereador que produz situações como essas não interessa ao município. Trata-se de uma reflexão sobre eficiência e representatividade, não de acusação pessoal.
Está na hora da população fazer um balanço de consciência e avaliar se vale a pena continuar elegendo figuras que, segundo o Portal de Americana, acumulam mais constrangimentos do que resultados concretos.
E, por fim, cabe também uma crítica institucional: está na hora da valorosa Guarda Municipal deixar de patrocinar os “showzinhos midiáticos” de resgates da vereadora. Segurança pública deve ser tratada com seriedade, e não como palco de espetáculo político.
Por Jorge Ramos – Vai Vendo Brasil







