A vitória histórica consolida a guinada à direita no país centro-americano, com promessas de austeridade fiscal, segurança pública e livre mercado.
A Costa Rica decidiu em primeiro turno: Laura Fernández foi eleita presidente em 2026, tornando-se a segunda mulher a ocupar o cargo na história do país. Sua vitória representa não apenas um triunfo pessoal, mas também um marco político que reforça a guinada à direita na América Central.
Fernández, cientista política e ex-ministra, conquistou o eleitorado com uma agenda firme de austeridade fiscal, combate ao crime organizado e incentivo ao livre mercado. Analistas apontam que sua eleição simboliza o fim definitivo da influência da esquerda na região, encerrando o ciclo da chamada “onda rosa” que marcou décadas anteriores.
Entre suas propostas estão a criação de megaprisões para enfrentar o narcotráfico, medidas de eficiência administrativa para conter a dívida pública e políticas de atração de investimento estrangeiro, reforçando o papel da Costa Rica como hub tecnológico e turístico.
Apesar da vitória expressiva, Fernández terá pela frente o desafio de equilibrar sua pauta liberal-conservadora com a manutenção da paz social, marca registrada da democracia costarriquenha. O custo de vida e a desigualdade permanecem como pontos sensíveis que exigirão atenção imediata de seu governo.
Por Jorge Remos – Redação VVB Sp News







