Finalmente um cão de guarda que não sofre maus-tratos só falta descobrir quem será o papai de pet.
A Guarda Municipal de Americana resolveu inovar e anunciou a chegada de um cão-robô para reforçar o combate à criminalidade. O investimento, de aproximadamente R$ 45 mil, promete trazer tecnologia de ponta: quatro patas artificiais para terrenos difíceis, sensores 4D LiDAR para visão 360°, e até conectividade via Wi-Fi e 4G.
Enquanto alguns grupos ligados à vereadora Roberta Lima e fãs do Delegado Bruno seguem transformando o conceito de “maus-tratos” em uma verdadeira ópera dramática, a GAMA pode respirar aliviada: o novo integrante não precisa de ração, não sente dor e não corre risco de ser acusado de sofrer abusos. Ironia das ironias, é o primeiro “cão” da corporação que já nasce blindado contra polêmicas.
O robô não veio apenas para patrulhar ruas e integrar-se à famosa “Muralha Digital”. Ele também será usado em atividades educacionais, aproximando crianças da tecnologia e mostrando que segurança pública pode ser moderna, conectada e — pasmem — livre de debates intermináveis sobre maus-tratos.
E como toda boa mascote, fica a dúvida que não quer calar: será que o cão-robô também vai ganhar um “papai de pet” para postar selfies e defender sua honra nas redes sociais?
No fim das contas, o cão-robô representa mais do que um passo tecnológico: é quase um manifesto silencioso contra exageros. Afinal, se até um quadrúpede biônico consegue escapar das acusações de maus-tratos, talvez seja hora de repensar o que realmente importa na segurança da cidade.
Redação Vai Vendo Brasil
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