Enquanto Zema pode ser convocado por ligação com bancos de empréstimos consignados, aliados de Lula são protegidos pela “blindagem” e uso político da investigação
A CPMI do INSS segue marcada por embates intensos. O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), foi alvo de requerimentos para ser convocado, devido à ligação com bancos que oferecem empréstimos consignados vinculados ao INSS. A oposição defende que sua presença é essencial para esclarecer possíveis relações entre negócios financeiros e decisões políticas.
Enquanto isso, nomes ligados ao presidente Lula — como o filho Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha), o advogado-geral da União Jorge Messias, e Frei Chico — foram alvo de tentativas de convocação, mas receberam forte defesa da base governista. Parlamentares aliados acusaram a oposição de transformar a comissão em palco de ataques políticos, argumentando que esses nomes não têm relação direta com o objeto da investigação.
O episódio ganhou ainda mais repercussão quando o presidente da CPMI, Carlos Viana (Podemos-MG), foi repreendido ao vivo após divulgar nas redes sociais imagens da sessão com a legenda “direita e esquerda articulando… Blindagem vs Transparência”. A publicação foi considerada um posicionamento político explícito e gerou constrangimento dentro da própria comissão
Por Redação Vai Vendo Brasil
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