
Pastor aliado de Bolsonaro é surpreendido pela PF no Galeão e tem passaporte cancelado por ordem do STF
Rio de Janeiro — O pastor Silas Malafaia, conhecido por sua eloquência política e proximidade com Jair Bolsonaro, foi surpreendido pela Polícia Federal ao desembarcar no Aeroporto do Galeão. A ordem veio direto do Supremo Tribunal Federal: Alexandre de Moraes mandou recolher o passaporte do religioso e apreender seus dispositivos eletrônicos.
A cena, digna de roteiro de série política, marca mais um capítulo da tensão entre o Judiciário e aliados do ex-presidente. Malafaia, que já foi presença constante em lives inflamadas e púlpitos politizados, agora está proibido de manter qualquer contato com outros investigados— nem por sinais de fumaça.
Segundo a decisão, há suspeitas de que o pastor estaria envolvido em articulações para pressionar ministros do STF a suspender ações contra Bolsonaro. Moraes não economizou: cancelou todos os passaportes de Malafaia e o impediu de sair do país. Nem Paraguai, nem Miami — o pastor está oficialmente em quarentena judicial.
Enquanto isso, nas redes, apoiadores gritam censura, perseguição e “ditadura da toga”. Já os críticos dizem que o Judiciário finalmente está reagindo à tentativa de captura institucional promovida por setores bolsonaristas.
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