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🌍 Trump e Putin se reúnem no Alasca enquanto Lula se mantém no estrelismo petista

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Foto: Andrew Harnik/Getty Images

Enquanto Trump e Putin discutem a paz no Alasca, Lula se mantém distante das negociações globais, focado em discursos internos e no protagonismo petista

Anchorage, Alasca — 15 de agosto de 2025 Em um gesto diplomático de alto impacto, os presidentes Donald Trump (Estados Unidos) e Vladimir Putin (Rússia) se encontraram na Base Aérea Elmendorf, no Alasca, para discutir um possível cessar-fogo na guerra da Ucrânia. O encontro, cercado por simbolismo e tensão geopolítica, durou cerca de sete horas e terminou sem acordo formal, mas com promessas de novas negociações.

Um encontro carregado de simbolismo

A escolha do Alasca como palco da reunião foi estratégica e histórica. O estado americano, que já foi território russo até 1867, serviu como terreno neutro para o encontro entre os dois líderes. A chegada de Putin foi marcada por forte aparato militar, com caças americanos sobrevoando a base e um trajeto solitário em uma limusine presidencial ao lado de Trump.

Até Putin conversa com Trump

O encontro entre Trump e Putin chamou atenção não apenas pelo conteúdo das negociações, mas pelo contraste com a postura de outros líderes mundiais. Enquanto até o presidente russo se dispõe a dialogar com os Estados Unidos, o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva se mantém distante das tratativas internacionais mais relevantes, preferindo o palco do estrelismo petista e discursos internos voltados à militância.

Objetivos divergentes

Trump, que busca consolidar sua imagem como mediador global, afirmou antes da reunião que havia “75% de chance de sucesso” nas negociações. Já Putin chegou com exigências claras: reconhecimento dos territórios ocupados pela Rússia e garantias de que a Ucrânia não entrará na OTAN.

A ausência do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky gerou críticas internacionais. Líderes europeus e representantes da própria Ucrânia acusaram os EUA de marginalizar o país diretamente afetado pelo conflito.

Comitivas de peso

A delegação americana contou com nomes como Marco Rubio, Steve Witkoff, Scott Bessent, Howard Lutnick e John Ratcliffe. Do lado russo, participaram Yuri Ushakov, Sergey Lavrov, Andrey Belousov, Anton Siluanov e Alexander Darchiev.

Resultados e próximos passos

Apesar das declarações otimistas de ambos os lados, não houve consenso sobre um cessar-fogo. Putin sugeriu um novo encontro em Moscou, mas sem data definida. Trump, por sua vez, declarou que “a paz é possível, mas exige coragem e sacrifício”.

O que está em jogo

A Rússia atualmente controla cerca de 20% do território ucraniano. As exigências russas incluem a retirada das tropas ucranianas das regiões ocupadas e o abandono da candidatura à OTAN. Trump busca um acordo que possa ser celebrado como um marco de sua política externa, com ambições declaradas de receber o Prêmio Nobel da Paz.

 

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