Na madrugada de 28 de março de 2026, a base governista rejeitou o parecer robusto de Alfredo Gaspar, que apontava corrupção ampla e incluía o filho de Lula, e aprovou um voto em separado que desvia o foco para perseguir Bolsonaro e aliados.
Na madrugada de 28 de março de 2026, a CPMI do INSS terminou em mais uma manobra política que revolta os brasileiros. O relatório de Alfredo Gaspar, com mais de 4.300 páginas, sugeria o indiciamento de mais de 200 pessoas por corrupção, incluindo empresários, operadores financeiros, servidores e até Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente. Gaspar também criticava o Supremo Tribunal Federal por “esvaziar” os poderes da comissão, citando habeas corpus concedidos e sugerindo investigações sobre ministros e seus familiares .
No entanto, a base governista rejeitou esse parecer e aprovou um “relatório paralelo”, apelidado de “Relatório da Maioria”. Esse documento pede o indiciamento de 131 pessoas, mas muda completamente o foco: inclui Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro e até Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central. Ou seja, em vez de responsabilizar os nomes ligados ao governo, a CPMI virou instrumento de perseguição política contra a oposição .
O resultado é a sensação de que se enterrou um relatório sério e se aprovou uma narrativa conveniente para a esquerda. Mais uma vez, o povo brasileiro assiste a uma “pizza” política, em que a corrupção é deixada de lado e a disputa partidária toma conta do processo.
Por Jorge Ramos – Redação Vai Vendo Brasil







