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Artigo: 🇧🇷 Ah, mas é carnaval né… tem Big Brother, tem Janja na avenida, e o bolso do trabalhador vazio

Carnaval-de-precos-2026-1024x578 Artigo: 🇧🇷 Ah, mas é carnaval né… tem Big Brother, tem Janja na avenida, e o bolso do trabalhador vazio
Foto: Divulgação/ Arte: J. Ramos

Enquanto a mídia festiva alinhada ao governo samba na avenida da inflação baixa e dos preços em queda, o povo real continua sem poder de compra e cada vez mais empobrecido.

São Paulo — O governo e parte da mídia festiva anunciam com entusiasmo que a inflação está controlada e que itens essenciais, como gasolina e carne, registram queda nos preços. No entanto, na ponta do trabalhador, a realidade é bem diferente: salários não acompanham o custo de vida, o consumo segue retraído e a sensação de empobrecimento aumenta.

Além disso, os números fiscais reforçam a preocupação: o Brasil deve registrar em 2026 um déficit público de R$ 22,9 bilhões (0,17% do PIB), o quarto consecutivo. Outras projeções chegam a apontar rombo de até R$ 72,4 bilhões, e a Fitch Ratings já alerta que o país terá o maior déficit da América Latina neste ano.

📊 Indicadores vs. Realidade

Indicadores OficiaisRealidade na Ponta do Trabalhador
Inflação em queda, com alguns itens essenciais registrando redução de preços.Mesmo com preços menores, falta renda disponível: salários não acompanham o custo de vida.
PIB com sinais de crescimento e melhora em alguns setores.Consumo das famílias segue fraco; muitos trabalhadores relatam dificuldade para comprar o básico.
Endividamento das famílias estabilizado segundo dados oficiais.Na prática, grande parte da renda é comprometida com dívidas e contas fixas, sobrando pouco para consumo.
Governo anuncia medidas sociais e programas de apoio.Quem não depende de bolsas de assistência continua sem poder de compra, sentindo empobrecimento.
Discurso otimista de parte da mídia alinhada ao governo.Percepção popular de que há maquiagem nos números: o bolso do trabalhador não sente melhora.
 

Enquanto o país se distrai com carnaval, reality show e desfile oficial, a vida real segue dura: o trabalhador continua sem dinheiro no bolso, e o déficit público cresce como ressaca de quarta-feira de cinzas. E uma grande certeza, “O boleto vai chegar”!

Por Jorge Ramos — Jornalista, comentarista político, articulista e cronista; consultor financeiro e securitário; graduado em Administração/Gestão Pública com extensão em Marketing Político e pós-graduado em Direito Constitucional.

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