Enquanto Bolsonaro garantiu mais de 33% de aumento no piso nacional, o “governo do amor” de Lula entrega apenas 0,37% cerca de R$ 18,00 e gera indignação entre professores que antes engrossavam a militância disfarçada de educadores
O anúncio do reajuste salarial dos professores da educação básica em 2026 escancarou uma contradição que muitos já apontavam: enquanto o chamado “governo do amor” se apresenta como defensor da democracia e da valorização social, na prática entregou apenas 0,37% de aumento, o que significa cerca de R$ 18,00 sobre o piso nacional.
O contraste histórico
No governo Bolsonaro (2019–2022), os professores tiveram reajustes acumulados superiores a 33%, elevando o piso de R$ 2.557 em 2018 para R$ 3.845 em 2022.
No governo Lula (2023–2026), a fórmula da Lei do Piso resultou em um aumento irrisório de 0,37%. O Ministério da Educação promete rever a regra por meio de uma Medida Provisória, mas até agora a categoria só recebeu promessas.
Críticas que ecoam
Desvalorização explícita: o reajuste de R$ 18,00 é visto como um insulto, incapaz de repor sequer a inflação.
Militância disfarçada de professor: parte da categoria que fez coro político em defesa do atual governo agora se vê traída, percebendo que o discurso não se traduz em valorização real.
O “governo do amor” em xeque: a retórica de cuidado e democracia soa vazia diante da prática de ignorar os profissionais que sustentam a educação pública.
O risco político
Se não houver revisão concreta, o governo corre o risco de perder credibilidade junto a uma base que sempre foi mobilizada. Professores, que deveriam ser tratados como pilares da sociedade, acabam reduzidos a números e slogans.
Conclusão
Enquanto Bolsonaro garantiu aumentos expressivos, Lula entrega um reajuste simbólico que virou motivo de indignação nacional. O “governo do amor” precisa provar que não é apenas marketing político, mas que realmente valoriza quem ensina. Caso contrário, ficará marcado como o período em que a militância disfarçada de professor descobriu que amor em discurso não paga contas.
Fonte: Agência Brasil/ Por Jorge Ramos – Da Redação VVB Sp News
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