Discurso no Globo de Ouro expôs um ator brilhante nas telas, mas intelectualmente torpe e desconectado da realidade.
O discurso de Wagner Moura no Globo de Ouro escancarou uma contradição que muitos já apontavam: enquanto brilha como intérprete, se mostra limitado quando tenta se colocar como pensador político. Ao falar sobre o Brasil, reduziu o país à cultura e ao cinema, ignorando a realidade de milhões de trabalhadores que acordam de madrugada, enfrentam ônibus lotados e voltam para casa tarde da noite, muitas vezes sem sequer ter um jantar esperando.
Sua fala sobre o “regime de exceção” foi recebida como uma distorção histórica, vista por críticos como uma mentira conveniente para reforçar uma narrativa esquerdista. Moura, inserido na bolha da “Vênus Platinada”, parece incapaz de compreender a vida real da população. O resultado é um discurso torpe, desconectado e intelectualmente pobre.
É lamentável: quem imaginava encontrar nele um raciocínio mais sofisticado se deparou com um ator de excelente talento artístico, mas de QI político e social questionável. Moura confirma que pode ser brilhante diante das câmeras, mas se revela limitado e previsível quando tenta se colocar como voz da consciência nacional.
Por Jorge Ramos da redação VVB Sp News
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