Pesquisas apontam vantagem para José Kast e indicam possível derrota da esquerda no Chile
Neste domingo (14), cerca de 15,8 milhões de chilenos vão às urnas para escolher o próximo presidente da República. A disputa acontece entre José Kast, candidato da direita pelo Partido Republicano, e Jeannette Jara, ex-ministra do Trabalho e representante da coalizão governista de esquerda.
Cenário eleitoral
No primeiro turno, Jara ficou em primeiro lugar com 26,85% dos votos.
Kast veio logo atrás, com 23,92%.
Pesquisas divulgadas na reta final da campanha apontaram vantagem para Kast, indicando que a direita pode conquistar o poder após quatro anos de governo de Gabriel Boric.
O que está em jogo
José Kast promete endurecer políticas migratórias e reforçar a lei e a ordem.
Jeannette Jara aposta em reformas sociais e diálogo com indecisos.
O voto é obrigatório nesta eleição, o que pode alterar o resultado em relação ao pleito anterior, quando a abstenção foi de 53%.
Impacto regional
Se confirmada a vitória de Kast, o Chile se tornará mais um país da América Latina a ver a direita assumir o comando, em um movimento que já vem ocorrendo em outras nações da região. Analistas destacam que a mudança pode impactar não apenas a política interna chilena, mas também as relações comerciais e diplomáticas com vizinhos como o Brasil, que é hoje o maior parceiro comercial do Chile na América do Sul.
Em resumo: o Chile vive um momento decisivo. A eleição deste domingo pode marcar o fim de mais um ciclo de governo de esquerda na América Latina, com a possibilidade de a direita assumir o poder e redefinir os rumos políticos e econômicos do país.
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