
Com 13 óbitos registrados em 2025, a cidade supera estados inteiros como Santa Catarina e Rio de Janeiro, evidenciando uma crise de saúde pública
Na cidade de Americana, localizada no interior de São Paulo, a situação da dengue em 2025 atingiu um patamar alarmante. Com 13 óbitos registrados até agora, o município ocupa o preocupante posto de 3ª cidade com maior número de mortes por dengue no Brasil, ultrapassando estados inteiros, como Santa Catarina e Rio de Janeiro, que contabilizam 3 e 6 mortes, respectivamente. Além disso, Americana já soma mais de 4 mil casos confirmados da doença neste ano.
A Prefeitura decretou estado de emergência em saúde pública devido à gravidade da epidemia. O avanço da dengue é impulsionado por fatores como a alta infestação do mosquito Aedes aegypti, o clima quente e chuvoso, além da resistência dos mosquitos aos larvicidas utilizados. Especialistas em saúde pública apontam que a falta de eliminação de criadouros em residências também agrava o problema, exigindo maior conscientização da população e esforços coordenados.
Apesar das campanhas de conscientização realizadas, como mutirões de limpeza e nebulizações, surge o questionamento: basta conscientizar para resolver um problema tão grave? Muitos moradores cobram ações mais efetivas e investimentos robustos em infraestrutura de saúde e combate à epidemia.
A cidade enfrenta um cenário em que as vidas perdidas, as complicações médicas e o sofrimento da população exigem que medidas práticas substituam o que, até o momento, tem sido insuficiente para conter a crise.
Com Americana no centro das atenções, a expectativa agora é por respostas rápidas e soluções eficazes para enfrentar este desafio de saúde pública. Afinal, a gravidade dos números não deixa margem para negligência.
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